Metro greve

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Quais são as consequências da greve dos Metroviários?

Segundo a Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), que também organiza a greve junto com a CUT e demais centrais, haverá paralisação dos rodoviários em Boa Vista e Petrolina. Em Teresina, os metroviários também vão parar contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos.

Quais são as categorias que vão fazer uma grande greve?

“Vamos fazer uma grande greve junto com as demais categorias, como metalúrgicos, professores, bancários, químicos, o pessoal dos Correios e todas as demais categorias profissionais. Amanhã não tem metrô, não tem ferrovia, não tem ônibus, não tem ninguém trabalhando”, afirmou Wagner Fajardo, coordenador do Sindicato dos Metroviários de São Paulo.

O que está acontecendo com o metrô e do metrô em São Paulo?

A Justiça concedeu liminares (decisão provisória) que determinam o funcionamento da CPTM, do Metrô, e a circulação de ônibus em São Paulo, mas a adesão à greve está mantida nos dois últimos, segundo líderes de centrais sindicais. Na região metropolitana de São Paulo também haverá paralisação dos ônibus.

Por que a paralisação do Metrô foi adiada?

A paralisação foi aprovada pelo Sindicato dos Metroviários e Metroviárias em 12 de maio, uma primeira reunião sobre o assunto foi realizada na última terça-feira (17) para preparar e organizar o ato e, na ocasião, a decisão foi novamente adiada por causa do envio de uma proposta enviada pela direção do metrô minutos antes do início da reunião.

Quando é a greve do Metro?

Luta por direitos: Metroviários podem parar na terça-feira (8/2)! Greve é adiada para 8/2. Continua a mobilização! Greve na 4ª! Assembleia decide: É GREVE!

Qual é o direito à greve?

Sublinhe-se, portanto, que o direito à greve deve ser exercido dentro dos limites da legalidade, devendo pautar-se pelos princípios da boa-fé, da proporcionalidade e da adequação, não podendo configurar qualquer situação de abuso de direito.

Qual é o enquadramento jurídico da greve?

O enquadramento jurídico da greve visa, designadamente, assegurar a defesa dos direitos do empregador e de todos aqueles que são afectados pela greve e que, não obstante o livre exercício do direito à greve, não podem ser prejudicados de forma desproporcional ou abusiva, razão pela qual a greve não é um direito ilimitado.

Quando foi aprovada a paralisação do Metro?

RedeTV! Os funcionários do metrô de São Paulo realizam hoje uma assembleia para aprovar uma possível realização de greve amanhã (18). A paralisação foi aprovada pelo Sindicato dos Metroviários e Metroviárias em 12 de maio, com o agendamento de uma nova reunião às 18h desta terça, às 21h, com o objetivo de preparar e organizar o ato.

Quando foi inaugurada a primeira linha do Metrô?

A primeira linha do Metrô foi inaugurada em São Paulo no ano de 1974 com apenas sete estações. Um ano depois, foi concluída a primeira que contava com cerca de 16,7 quilômetros de extensão e vinte estações. Nessa época a cidade possuía cerca de seis milhões de habitantes.

Quem é o dono do Metrô de São Paulo?

O Metrô de São Paulo é operado pela Companhia do Metropolitano de São Paulo, sociedade de economia mista do estado de São Paulo. Fundada em 24 de abril de 1968, a empresa é responsável pelo planejamento, projeto, construção e operação do sistema de transporte metroviário na Região Metropolitana de São Paulo.

Quais são os projetos funcionais do Metrô de São Paulo?

O governo do estado de São Paulo abriu em 2012 licitações para quatro projetos funcionais do metrô de São Paulo, entre eles as linhas 16, 19, 22 e 23. O governo do estado também chegou a cogitar o projeto da Linha 20, uma extensão de Moema até Rudge Ramos. Nenhuma destas linhas tem previsão de início de obras ou previsão de entrada em operação.

Como funciona o Metrô do Recife?

O Metrô do Recife atende a aproximadamente 200 mil pessoas todos os dias, da capital e região metropolitana (Recife, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho). O movimento dos metroviários é uma resposta da categoria ao processo de concessão pública do Metrô do Recife, definido pelo governo de Pernambuco e pelo governo federal.

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