Furacões ativos

furacões ativos

Como funcionam os furacões?

Os furacões possuem um centro de circulação fechada, no qual os ventos sopram para dentro, em torno dele. Essa circulação é diferente nos dois hemisfério s. No Hemisfério Norte, os ventos giram no sentido anti-horário, e no Hemisfério Sul, no sentido horário. Para serem classificados como um furacão, os ventos precisam estar acima de 119 km/h.

Qual é a intensidade dos furacões?

A intensidade dos furacões é medida segundo a escala Saffir-Simpson, criada em 1970 pelo engenheiro Hebert Saffir e o diretor do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, naquele período. A escala descreve a categoria, os danos e a velocidade dos ventos. As categorias vão de 1 a 5, e os danos, de mínimos a catastróficos.

Quais são os furacões mais comuns do mundo?

Três furacões estão ativos no Atlântico e Golfo do México, um dos quais - o Irma, de categoria 4 -, já causou 19 mortes. Até ao momento, não há registo de vítimas portuguesas. Numa altura em que três furacões se mantêm ativos no Atlântico Norte e no Golfo do México, o Irma é o que mais preocupa as autoridades.

Quais são os fatores que empurram os furacões?

Outro fator é a circulação dos ventos que empurram os furacões. Os ventos alísios, principais ventos nas latitudes baixas tropicais, vão de leste a oeste, levando os ciclones até as costas do Caribe, do Golfo do México e dos Estados Unidos.

Como se formam os furacões?

COMO SE FORMAM OS FURACÕES? Quando o ar do oceano é aquecido, ele evapora e vai formando quantidade de ar quente que sobem em colunas. Assim, deixa a região próxima à superfície do mar com menos pressão. Com esse espaço livre, o ar frio (que tem uma pressão maior) invade a área e acaba se aquecendo também, subindo ao céu em movimentos circulares.

Quais são os fatores que empurram os furacões?

Outro fator é a circulação dos ventos que empurram os furacões. Os ventos alísios, principais ventos nas latitudes baixas tropicais, vão de leste a oeste, levando os ciclones até as costas do Caribe, do Golfo do México e dos Estados Unidos.

Como funciona o sistema de classificação dos furacões?

Mas como funciona o sistema de classificação dos furacões? Ela é feita de forma bem simples, dentro de uma escala chamada Saffir-Simpson, que considera a pressão medida no centro do fenômeno, velocidade dos ventos e tempestades provocadas pelo furacão.

Como os furacões surgem?

O furacão é um fenômeno atmosférico que tem origem em águas oceânicas tropicais, podendo causar graves consequências quando atinge áreas urbanas. Os furacões, um dos mais temidos eventos naturais, são resultantes da combinação de uma série de fatores atmosféricos e geográficos.

Quais são as características dos furacões?

Para serem classificados como um furacão, os ventos precisam estar acima de 119 km/h. A formação dos furacões, além de estar associada com a temperatura das águas tropicais, também tem especificidades em relação a sua área de formação.

Quais são os países mais afetados pelos furacões?

Oceano Índico – Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, Paquistão, Indonésia, Madagascar, Moçambique, Ilhas Maurício e Quênia. Bacia Atlântico norte – Estados Unidos, México, América Central, as Ilhas Caribenhas e Canadá. Os brasileiros podem ficar despreocupados, pois o nosso país não está na lista dos mais afetados pelos furacões.

Quais são os furacões mais destrutivos do mundo?

Enquanto o total de danos não é conhecido, a quantidade de mortos foi bem superior a 22.000 pessoas, mais do que qualquer outra década de furacões do Atlântico. O furacão Ike está entre os três furacões mais destrutivos a já atingir os Estados Unidos, com US$ 24 bilhões e com dano adicional de US$ 7.3 bilhões em Cuba.

Quais são os piores furacões de todos os tempos?

Quando o furacão Galveston de 1900 atingiu a costa em 8 de setembro, trouxe uma onda de tempestade de 4,57 m, junto com ventos de 135 mph, fazendo dele um furacão de categoria 4. O furacão é o desastre natural mais mortal a já atingir os Estados Unidos, reivindicando mais de 6.000 vidas.

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